Gefron encontra 31 tabletes de maconha em ônibus da Saúde de prefeitura
Veículo transportava pacientes de Pontes e Lacerda para Cuiabá; droga estava escondida em malas e mochila no bagageiro
Policiais do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) e da Força Tática apreenderam 31 tabletes de substância análoga à maconha dentro de um ônibus da Prefeitura de Pontes e Lacerda, na madrugada desta quinta-feira (15), na BR-070, em Cáceres (225 km de Cuiabá). O veículo oficial era utilizado para transportar pacientes que seguiam para atendimento médico na Capital.
A apreensão ocorreu por volta das 2h15, na comunidade Vila Sadia, após uma denúncia anônima informar que um ônibus branco pertencente à administração municipal estaria transportando entorpecentes em direção a Cuiabá.
Segundo o boletim de ocorrência, as equipes participavam da operação Faro e Protetor das Fronteiras quando receberam informações de que o veículo havia acabado de passar por Cáceres. Diante da denúncia, os militares iniciaram diligências pela rodovia e conseguiram localizar o coletivo.
Durante a abordagem, os policiais constataram que se tratava de um ônibus oficial da Prefeitura de Pontes e Lacerda, utilizado para o transporte de pacientes até a capital mato-grossense.
Na vistoria realizada no bagageiro, os militares encontraram duas malas e uma mochila azul. Dentro das bagagens estavam 31 tabletes de material semelhante à maconha, embalados em sacos de lixo.
A descoberta dos entorpecentes foi acompanhada pelos motoristas e passageiros que estavam no veículo. Apesar do flagrante, nenhum suspeito foi identificado ou preso.
Conforme o Gefron, a droga apreendida está avaliada em aproximadamente R$ 31 mil, valor que representa o prejuízo estimado às atividades criminosas.
Todo o entorpecente foi encaminhado à Delegacia Especializada de Fronteira (Defron), em Cáceres, para as providências legais.
Até o momento, não foi informado a quem pertenciam as malas e a mochila utilizadas para transportar a droga, nem como os entorpecentes foram colocados no bagageiro do veículo oficial.
Também não há informações sobre eventual participação de motoristas, passageiros ou servidores municipais no crime.
O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que poderá apurar a origem da droga e identificar os responsáveis pelo transporte do entorpecente.
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